Antes da cirurgia; Marcelo está no banho e o telefone toca.
Imaginário: Alô!
Bernadete: Alô, tudo bem Marcelo?
Imaginário: não é o Marcelo que está falando.
Bernadete: como assim? Quem é então?? Que avacalhação é essa? Exijo satisfações. Olha, você não me enrole que eu não tive um bom dia. Fala logo, ou eu te corto fora... (braba? Que nada)
Imaginário: calma senhora, primeiro me diga seu nome.
Bernadete: mas que falta de respeito! (pi) No meu tempo não era assim, meu filho enche a casa de homens mal educados e eu ainda preciso me identificar pra falar com ele? Vá (pi)...
Imaginário: você deve ser a mãe do Telo...
Bernadete: Telo? Que intimidade é essa? Que pouca vergonha meu Deus, que pouca vergonha.. no meu tempo não era assim...
Imaginário: senhora, sou amigo do Telo.
Bernadete: sei, sei. Ei bixa, deixa eu falar com meu filho logo antes que eu te coloque no milho.
Imaginário: ele tá no banho.
Bernadete: que banho o que... deixa eu falar com ele agorAAA.
Imaginário: alô? Tá me escutando?
Bernadete: to te ouvindo.
Imaginário: alô?
Bernadete: fala, alô!
Imaginário: não to te ouvindo, vou desligar...
TU TU TU TU
Imaginário: ops, caiu a ligação.
12.07.2004
Imaginário vai pra faca
Imaginário: eu vou fazer minha cirurgia... de alto risco!
Imaginário: deixo aqui meu testamento...
Pro Marcelo: deixo minha dentadura...
Pro Marcelo: deixo minha coleção de camisinha...
Pro Marcelo: deixo minhas dívidas...
E pro Marcelo: deixo meu coração, meu fígado e meu rim.
Marcelo: pô parar... vai dar tudo certo.
Imaginário: e se não der?
Marcelo: se não der, você volta e me dá uma ajudinha tá?
Imaginário: buáááá, você encara a possibilidade de eu morrer?
Marcelo: bem, já fiz o discurso de enterro... é assim:
Num dia de alta visibilidade, nasce uma coisa que chamamos de Imaginário.
Imaginário, com nome inspirado no seu ser, é o que é, mas não parece o que parece ser.
Imaginário, que dedicou toda a sua vida a fazer os leitores do livro, aumentar a vida, dar um sorriso nos lábios das pessoas, hoje está morto, defuntado, enterrado, comido pelas minhocas. Mas imaginário também é cultura (marketing meu bein)...
Mas, (sempre tem um “mas”) se ele foi um pouco exacerbador de pornografias, se ele pecou, peço a Deus que perdoe ele, pois em seu interior, bem no fundo, ele era uma boa pessoa (depois de morto, todo mundo é bom...)
Imaginário: ei, eu sou ateu.
Marcelo: eu também...
Imaginário: então temos que mudar esse discurso.
Marcelo: pois é, sugestão?
Imaginário: assim:
Imaginário foi bom, foi tudo de bom, mas tá morto, quem quiser falar com ele, ligue: 0000006. Yasumi.
Imaginário: deixo aqui meu testamento...
Pro Marcelo: deixo minha dentadura...
Pro Marcelo: deixo minha coleção de camisinha...
Pro Marcelo: deixo minhas dívidas...
E pro Marcelo: deixo meu coração, meu fígado e meu rim.
Marcelo: pô parar... vai dar tudo certo.
Imaginário: e se não der?
Marcelo: se não der, você volta e me dá uma ajudinha tá?
Imaginário: buáááá, você encara a possibilidade de eu morrer?
Marcelo: bem, já fiz o discurso de enterro... é assim:
Num dia de alta visibilidade, nasce uma coisa que chamamos de Imaginário.
Imaginário, com nome inspirado no seu ser, é o que é, mas não parece o que parece ser.
Imaginário, que dedicou toda a sua vida a fazer os leitores do livro, aumentar a vida, dar um sorriso nos lábios das pessoas, hoje está morto, defuntado, enterrado, comido pelas minhocas. Mas imaginário também é cultura (marketing meu bein)...
Mas, (sempre tem um “mas”) se ele foi um pouco exacerbador de pornografias, se ele pecou, peço a Deus que perdoe ele, pois em seu interior, bem no fundo, ele era uma boa pessoa (depois de morto, todo mundo é bom...)
Imaginário: ei, eu sou ateu.
Marcelo: eu também...
Imaginário: então temos que mudar esse discurso.
Marcelo: pois é, sugestão?
Imaginário: assim:
Imaginário foi bom, foi tudo de bom, mas tá morto, quem quiser falar com ele, ligue: 0000006. Yasumi.
11.29.2004
Tudo passa
Marcelo: tudo nessa vida passa.
Imaginário: o estresse do estudo, as provas, os bofes, a melhor canção... há sempre o novo...
Marcelo: viver de passado é o uó.
Imaginário: mas cara, se tudo passa... os amigos imaginários passam?
Marcelo: sabe que eu não sei...
Imaginário: eu nunca vou querer te abandonar...
Marcelo: calma, calma, isso só vai acontecer quando a máfia italiana, invadir minha casa, te capturar de mim.
Imaginário: mas eu posso me esconder...
Marcelo: isso... boa idéia... nós usaremos o teu disfarce invisível... mas você não vai poder falar nada, senão eles vão te achar.
Imaginário: pode deixar, eu vou ficar quieto.
Marcelo: isso, aí, começa por agora...
Imaginário: já?
Marclo: lógico, os mafiosos podem chegar a qualquer momento...
Imaginário: ok, ok.. vou lá dentro do guarda-roupa...
Marcelo: eu também vou lá...
E dentro do guarda-roupa
Imaginário: tá escuro aqui, eu to ficando com medo...
Imaginário: o estresse do estudo, as provas, os bofes, a melhor canção... há sempre o novo...
Marcelo: viver de passado é o uó.
Imaginário: mas cara, se tudo passa... os amigos imaginários passam?
Marcelo: sabe que eu não sei...
Imaginário: eu nunca vou querer te abandonar...
Marcelo: calma, calma, isso só vai acontecer quando a máfia italiana, invadir minha casa, te capturar de mim.
Imaginário: mas eu posso me esconder...
Marcelo: isso... boa idéia... nós usaremos o teu disfarce invisível... mas você não vai poder falar nada, senão eles vão te achar.
Imaginário: pode deixar, eu vou ficar quieto.
Marcelo: isso, aí, começa por agora...
Imaginário: já?
Marclo: lógico, os mafiosos podem chegar a qualquer momento...
Imaginário: ok, ok.. vou lá dentro do guarda-roupa...
Marcelo: eu também vou lá...
E dentro do guarda-roupa
Imaginário: tá escuro aqui, eu to ficando com medo...
11.02.2004
Manda pra mim
Imaginário: ei, marcelo, quanto ao trabalho de dermatologia...
Marcelo: putz cara, não fica brabo, eu me esqueci, mas prometo que mando o trabalho por e-mail hoje a tarde.
Imaginário: não cara, eu queria te perguntar, porque que você mandou o trabalho duas vezes? Tinha alguma coisa errada com a primeira versão?
Marcelo: eu já mandei?
Imaginário: sim, duas vezes... (?) !
Marcelo: putz cara, não fica brabo, eu me esqueci, mas prometo que mando o trabalho por e-mail hoje a tarde.
Imaginário: não cara, eu queria te perguntar, porque que você mandou o trabalho duas vezes? Tinha alguma coisa errada com a primeira versão?
Marcelo: eu já mandei?
Imaginário: sim, duas vezes... (?) !
10.17.2004
Fazer tudo pelo Marcio?
Imaginário começa a ficar com Marcio, mas o Marcio dá o pé na bunda do Imaginário.
Marcelo: não chora amigo.
Imaginário: ai Marcelo, você vai ter que fazer aquele cara voltar para mim, eu amo ele, ele é tudo.
Marcelo: ele não presta, o Marcio tem uns 4 namorados, e você quer ser mais um dele?
Imaginário: eu querooooooooooo.
Marcelo: pensa em você amigo, ele não presta.
Imaginário: ele é tudo, ai.. muito bom... buááááááááááááááá
1 semana depois
Imaginário: ei Marcelo, se lembra aquele cara, que eu uma vez era um pouquinho afim, um tal, de Marcio, acho que é esse o nome dele...
Marcelo: ?
Imaginário: ele não presta.
Marcelo: não chora amigo.
Imaginário: ai Marcelo, você vai ter que fazer aquele cara voltar para mim, eu amo ele, ele é tudo.
Marcelo: ele não presta, o Marcio tem uns 4 namorados, e você quer ser mais um dele?
Imaginário: eu querooooooooooo.
Marcelo: pensa em você amigo, ele não presta.
Imaginário: ele é tudo, ai.. muito bom... buááááááááááááááá
1 semana depois
Imaginário: ei Marcelo, se lembra aquele cara, que eu uma vez era um pouquinho afim, um tal, de Marcio, acho que é esse o nome dele...
Marcelo: ?
Imaginário: ele não presta.
10.02.2004
Me achando feio
Marcelo: amigo, to me achando tão feio.
Ro: uó má, como é que é?
Marcelo: isso mesmo.
Ro: cara, você é lindo.
Marcelo: ai, para.
Ro: meu, se for assim, eu gostaria de ser feio como você.
Imaginário: oi PARANDO.
Imaginário: Ro, pare.
Ro: ué, porque?
Imaginário: você não conhece os taurinos mesmo né?
Ro: ainda não entendi.
Imaginário: é que agora o Má vai ficar se achando.
Ro: vai nada...
Imaginário: vai.
Ro: será?
Marcelo: alguém tem um espelho aí? Só pra... dar uma olhadinha, sabe né?
Ro: uó má, como é que é?
Marcelo: isso mesmo.
Ro: cara, você é lindo.
Marcelo: ai, para.
Ro: meu, se for assim, eu gostaria de ser feio como você.
Imaginário: oi PARANDO.
Imaginário: Ro, pare.
Ro: ué, porque?
Imaginário: você não conhece os taurinos mesmo né?
Ro: ainda não entendi.
Imaginário: é que agora o Má vai ficar se achando.
Ro: vai nada...
Imaginário: vai.
Ro: será?
Marcelo: alguém tem um espelho aí? Só pra... dar uma olhadinha, sabe né?
9.19.2004
Teclando com De vaca
Marcelo: eu, Imaginário e meus amigos fomos pra boate, e eu não fiquei com ninguém. Dei o fora em 4 caras bagaceiros.
De vaca: daí voltou pra casa, bateu p... e dormiu.
Marcelo: não, não, eu realmente mudei.
2 minutos depois...
Marcelo: eu não dormi... só b... p...
De vaca: hahaha.
Marcelo: queria colocar isso no meu livro, só que é muito pornográfico.
De vaca: coloca., só não diz que a conversa com comigo, hauahauhau.
Marcelo: ahãn.
De vaca: to brincando, diz que teclou comigo e ainda coloca meu msn messenger.
Marcelo: ahh, agora to te reconhecendo.
De vaca: claro beee, popularidade.
De vaca: daí voltou pra casa, bateu p... e dormiu.
Marcelo: não, não, eu realmente mudei.
2 minutos depois...
Marcelo: eu não dormi... só b... p...
De vaca: hahaha.
Marcelo: queria colocar isso no meu livro, só que é muito pornográfico.
De vaca: coloca., só não diz que a conversa com comigo, hauahauhau.
Marcelo: ahãn.
De vaca: to brincando, diz que teclou comigo e ainda coloca meu msn messenger.
Marcelo: ahh, agora to te reconhecendo.
De vaca: claro beee, popularidade.
9.12.2004
Término do que mal começou
Imaginário: eu te avisei que esse namoro não ia durar nem duas semanas.
Marcelo: você errou.
Imaginário: como assim errei? o Ricardo não te merece, você fez tudo pra vocês se encontrarem, e ele some do mapa... não atende o celular faz 3 dias... foi uma beleza, o namoro acabou ou não?
Marcelo: sim, acabou, mas não é que ele não durou nem duas semanas, o namoro não durou nem 1 semana...
Marcelo: você errou.
Imaginário: como assim errei? o Ricardo não te merece, você fez tudo pra vocês se encontrarem, e ele some do mapa... não atende o celular faz 3 dias... foi uma beleza, o namoro acabou ou não?
Marcelo: sim, acabou, mas não é que ele não durou nem duas semanas, o namoro não durou nem 1 semana...
9.10.2004
Gostoso de Sobrenome Gostoso
Celular do Marcelo toca na Madrugada e acorda o Marcelo e o Imaginário
Imaginário: mas que (pi), não se pode mais nem dormir nessa casa, que (pi), (pi), (pi), (pi). CELOOOO ACORDA SEU IRRESPONSÁVEL E ATENDE ESSE CELULAR.
Marcelo: Alô.
Gostoso: alô, por favor... (com uma voz bem sensual)
Marcelo: fala bixa.
Gostoso: o imaginário me deu esse número pra mim ligar pra ele... ele está?
Marcelo: é pra você imaginário.
Imaginário: pra mim?
Marcelo: sim.
Imaginário pensa: fudeu, depois de xingar tanto...
Imaginário: diz que não estou.
Marcelo: o Imaginário está dormindo.
Gostoso: eu preciso muito falar com ele, eu quero muito me encontrar com ele, não paro de pensar nele, olho todos os dias no blog pra ver se tem alguma notícia dele, eu estou apaixonado. Minha vida não tem mais sentido sem ele.
Marcelo: e eu com isso?
Gostoso: diz pro Imaginário que eu sou modelo, um cara de 185cm, 75kg, pele morena, cabelo castanho escuro, olhos azuis, sarado, faço academia, lisinho... peito bem definido, barriga tanquinho, coxas grossas. 20cm de... at e pass. por ele, faria tudo. sou discreto, posso passar agora mesmo aí na casa de vocês, passo com minha ferrari e vamos dar uma volta, o que acham? Podemos vir aqui pra minha cobertura e daí pedimos uma pizza... Eu quero casar com o Imaginário.
Marcelo: eu não sei de nada, vou consultar o imaginário.
Marcelo: ei Imaginário, tem um cara muito gostoso querendo ficar contigo. O que digo pra ele?
Imaginário: diz pra ele ir pra (pi) que eu quero dormir. (tá na TPM).
Marcelo: sério Imaginário, o gostoso parece ser super gente boa.
Imaginário: e daí?
Marcelo: não era você que queria um namorado?
Imaginário: continuo querendo.
Marcelo: então?
Imaginário: hoje não.
Marcelo: tem certeza?
Imaginário: (piiiiiiiiiii).
Marcelo: tá bom, tá bom, já entendi.
Marcelo: olha, eu te aconselho a ligar outro dia pro Imaginário.
Gostoso: se ele não atender eu vou me suicidar.
Marcelo: ei Imaginário, o cara disse que vai se suicidar se você não falar com ele.
Imaginário: (piiiiii).
Marcelo: ele tá muito mal e não vai atender tá?
Gostoso: vou pular da minha cobertura então...
Marcelo ouve um grito do outro lado da linha!
No outro dia na Tevê
Noticiário: morre em Santa Catarina, o milionário e modelo Gostoso de sobrenome Gostoso.
Imaginário: ei, eu teclei com esse cara na internet uma vez... e que engraçado, ontem a noite eu sonhei que ele tinha me ligado, mas eu não quis atender...
Marcelo em silêncio.
Imaginário: imagina, se um cara desse me desse bola, ahh, eu largaria tudo pra viver com ele. Ha, porque esses romances só acontecem em filmes?
Imaginário: mas que (pi), não se pode mais nem dormir nessa casa, que (pi), (pi), (pi), (pi). CELOOOO ACORDA SEU IRRESPONSÁVEL E ATENDE ESSE CELULAR.
Marcelo: Alô.
Gostoso: alô, por favor... (com uma voz bem sensual)
Marcelo: fala bixa.
Gostoso: o imaginário me deu esse número pra mim ligar pra ele... ele está?
Marcelo: é pra você imaginário.
Imaginário: pra mim?
Marcelo: sim.
Imaginário pensa: fudeu, depois de xingar tanto...
Imaginário: diz que não estou.
Marcelo: o Imaginário está dormindo.
Gostoso: eu preciso muito falar com ele, eu quero muito me encontrar com ele, não paro de pensar nele, olho todos os dias no blog pra ver se tem alguma notícia dele, eu estou apaixonado. Minha vida não tem mais sentido sem ele.
Marcelo: e eu com isso?
Gostoso: diz pro Imaginário que eu sou modelo, um cara de 185cm, 75kg, pele morena, cabelo castanho escuro, olhos azuis, sarado, faço academia, lisinho... peito bem definido, barriga tanquinho, coxas grossas. 20cm de... at e pass. por ele, faria tudo. sou discreto, posso passar agora mesmo aí na casa de vocês, passo com minha ferrari e vamos dar uma volta, o que acham? Podemos vir aqui pra minha cobertura e daí pedimos uma pizza... Eu quero casar com o Imaginário.
Marcelo: eu não sei de nada, vou consultar o imaginário.
Marcelo: ei Imaginário, tem um cara muito gostoso querendo ficar contigo. O que digo pra ele?
Imaginário: diz pra ele ir pra (pi) que eu quero dormir. (tá na TPM).
Marcelo: sério Imaginário, o gostoso parece ser super gente boa.
Imaginário: e daí?
Marcelo: não era você que queria um namorado?
Imaginário: continuo querendo.
Marcelo: então?
Imaginário: hoje não.
Marcelo: tem certeza?
Imaginário: (piiiiiiiiiii).
Marcelo: tá bom, tá bom, já entendi.
Marcelo: olha, eu te aconselho a ligar outro dia pro Imaginário.
Gostoso: se ele não atender eu vou me suicidar.
Marcelo: ei Imaginário, o cara disse que vai se suicidar se você não falar com ele.
Imaginário: (piiiiii).
Marcelo: ele tá muito mal e não vai atender tá?
Gostoso: vou pular da minha cobertura então...
Marcelo ouve um grito do outro lado da linha!
No outro dia na Tevê
Noticiário: morre em Santa Catarina, o milionário e modelo Gostoso de sobrenome Gostoso.
Imaginário: ei, eu teclei com esse cara na internet uma vez... e que engraçado, ontem a noite eu sonhei que ele tinha me ligado, mas eu não quis atender...
Marcelo em silêncio.
Imaginário: imagina, se um cara desse me desse bola, ahh, eu largaria tudo pra viver com ele. Ha, porque esses romances só acontecem em filmes?
9.06.2004
Namorado novo
Imaginário: você conheceu o Ricardo dia 05.09 e já começa a namorar?
Marcelo: sim amigo.
Imaginário: mas ele mora meio longe, mora em Joinville...
Marcelo: eu sei.
Imaginário: e você acha que vai dar certo?
Marcelo: prefiro não achar nada!
Imaginário: mas agora eu vou ficar de lado?
Marcelo: sim, amigo, você sabe que sou fiel.
Imaginário: abandonado?
Marcelo: uhum.
Imaginário: abandonadérrimo?
Marcelo: fazer o que né?
Imaginário: super super abandonado?
Marcelo: conforma-se.
Imaginário: vou cair na gandaia então.
Marcelo: ok.
Imaginário: não vai ficar com ciúme de mim?
Marcelo: não, nem um pouco, só usa camisinha então tá?
Imaginário: nem uma gota de ciúme?
Marcelo: sim amigo.
Imaginário: mas ele mora meio longe, mora em Joinville...
Marcelo: eu sei.
Imaginário: e você acha que vai dar certo?
Marcelo: prefiro não achar nada!
Imaginário: mas agora eu vou ficar de lado?
Marcelo: sim, amigo, você sabe que sou fiel.
Imaginário: abandonado?
Marcelo: uhum.
Imaginário: abandonadérrimo?
Marcelo: fazer o que né?
Imaginário: super super abandonado?
Marcelo: conforma-se.
Imaginário: vou cair na gandaia então.
Marcelo: ok.
Imaginário: não vai ficar com ciúme de mim?
Marcelo: não, nem um pouco, só usa camisinha então tá?
Imaginário: nem uma gota de ciúme?
Discurso pronto
Na quarta-feira depois de uns beijos com um negro de 190cm.
Negro de 190cm: meu Marcelo, você é beija muito bem, muito dez.
Paulinho: buáááá, que romântico.
Marcelo pensando: cara, cala a boca e se vai embora, vai.
Negro de 190cm: meu Marcelo, você é tudo de bom, educado, muito dez.
Paulinho: buáááá, que lindo, que romântico, nossa, que lindas frases...
Marcelo pensando: BUDAAAAAA, alguém me salva desse DISCURSO PRONTO? Tudo mentira!
Negro de 190cm: e se você deixar, eu quero ter um relacionamento sério com você...
Marcelo: uhum, espere eu te ligar então tá?
Paulinho: buáááááá.
Negro de 190cm: meu Marcelo, você é beija muito bem, muito dez.
Paulinho: buáááá, que romântico.
Marcelo pensando: cara, cala a boca e se vai embora, vai.
Negro de 190cm: meu Marcelo, você é tudo de bom, educado, muito dez.
Paulinho: buáááá, que lindo, que romântico, nossa, que lindas frases...
Marcelo pensando: BUDAAAAAA, alguém me salva desse DISCURSO PRONTO? Tudo mentira!
Negro de 190cm: e se você deixar, eu quero ter um relacionamento sério com você...
Marcelo: uhum, espere eu te ligar então tá?
Paulinho: buáááááá.
8.21.2004
Tem alguém aí?
Tem alguém aí nessas sacadas?
Caminhando pelas ruas de Blumenau, olhando para os prédios, eu grito!
Tem alguém aí, por favor?
Procurando alguém que possa me amar. Desesperadamente eu grito.
Tem alguém aí?
Alguém bonito, fiel, que ame e saiba demonstrar? Penso.
Tem alguém?
Que me ache bonito, que saiba que confiança não se exige, se conquista. Alguém especial, que faça um carinho na cama, mas que faça-o sobretudo durante o dia. Eu arrebento minha garganta. Alguém que goste da minha companhia, alguém que eu vou gostar de estar ao lado, que se preocupe comigo, alguém que erre e saiba admitir, alguém que saiba conversar. Eu grito.
Tem?
Alguém que queira amar? Que não tenha medo? Eu choro.
Marcelo Voltolini
Caminhando pelas ruas de Blumenau, olhando para os prédios, eu grito!
Tem alguém aí, por favor?
Procurando alguém que possa me amar. Desesperadamente eu grito.
Tem alguém aí?
Alguém bonito, fiel, que ame e saiba demonstrar? Penso.
Tem alguém?
Que me ache bonito, que saiba que confiança não se exige, se conquista. Alguém especial, que faça um carinho na cama, mas que faça-o sobretudo durante o dia. Eu arrebento minha garganta. Alguém que goste da minha companhia, alguém que eu vou gostar de estar ao lado, que se preocupe comigo, alguém que erre e saiba admitir, alguém que saiba conversar. Eu grito.
Tem?
Alguém que queira amar? Que não tenha medo? Eu choro.
Marcelo Voltolini
8.20.2004
Conversando com o Leitor nº II
Marcelo: olá, sabe quando você precisa conversar com alguém?
Leitor:
Marcelo: sabe, amigo leitor, eu sei que sou teu amigo pra te contar e consequentemente desabafar com você.
Leitor:
Marcelo: amigo leitor, o que tenho para falar é algo bem triste.
Leitor:
Marcelo: o Ruka, terminou comigo. Ele disse que eu sou carinhoso, meigo, uma pessoa maravilhosa, e que por isso, eu mereço uma pessoa melhor que ele. Ele disse que ele não me merece, mas ele disse que me ama.
Leitor:
Marcelo: não sei mais o que pensar, já chorei um monte, já sofri um monte, já me deu um aperto no peito enorme.
Leitor:
Marcelo: quem sabe eu ainda sou um garotinho, esperando o onibus da escola, sozinho, cançado com minhas... e quem sabe o príncipe virou um sapo... quem sabe a vida é não sonhar.
Não há nada de engraçado neste dia, não é motivos para risadas, não há nada, apenas uma vontade de não mais sofrer.
Leitor:
Marcelo: sabe, amigo leitor, eu sei que sou teu amigo pra te contar e consequentemente desabafar com você.
Leitor:
Marcelo: amigo leitor, o que tenho para falar é algo bem triste.
Leitor:
Marcelo: o Ruka, terminou comigo. Ele disse que eu sou carinhoso, meigo, uma pessoa maravilhosa, e que por isso, eu mereço uma pessoa melhor que ele. Ele disse que ele não me merece, mas ele disse que me ama.
Leitor:
Marcelo: não sei mais o que pensar, já chorei um monte, já sofri um monte, já me deu um aperto no peito enorme.
Leitor:
Marcelo: quem sabe eu ainda sou um garotinho, esperando o onibus da escola, sozinho, cançado com minhas... e quem sabe o príncipe virou um sapo... quem sabe a vida é não sonhar.
Não há nada de engraçado neste dia, não é motivos para risadas, não há nada, apenas uma vontade de não mais sofrer.
7.27.2004
Conversando com o Leitor, nº I
Marcelo: olá leitor.
Leitor:
Marcelo: bom, eu sei que o leitor não fala, só lê.
Leitor:
Marcelo: as mesmo assim, me fale como você está.
Leitor:
Marcelo: fala.
Leitor:
Marcelo: tá, tá bom, já entendi, você quer que eu conte primeiro de mim e depois você fala né?
Leitor:
Marcelo: to sacando, to sacando... bom, leitor, pra quem, nessas alturas do campeonato não sacou, vou me descrever em tudo ok? Sou um cara de 170cm de altura, 60 kg, pele transparente... Muita gente diz que sou gatão, mas a minha opinião sobre mim muda conforme o dia. Tem dia que me acho feio... tem dia que até quero me beijar... estou deixando meu cabelo crescer, quero ele até o ombro. Sou gay, só que não tenho jeito afeminado, ou seja, quem me olha, não diz que eu sou gay. Tenho um super namorado, ele se chama Ruka, eu amo ele, e ele é negro, (amo negros). Sou fiel e por hipótese nenhuma eu traio. Faço faculdade de fisioterapia, estou louco pra me formar, embora demore um pouco. Moro em Blumenau, trabalho em Indaial como professor de História. Quero ser professor de Fisiologia e de Anatomia da Faculdade, por isso quero fazer um mestrado bem rapidinho.
Leitor: zzzzzzzzzzzzz.
Leitor:
Marcelo: bom, eu sei que o leitor não fala, só lê.
Leitor:
Marcelo: as mesmo assim, me fale como você está.
Leitor:
Marcelo: fala.
Leitor:
Marcelo: tá, tá bom, já entendi, você quer que eu conte primeiro de mim e depois você fala né?
Leitor:
Marcelo: to sacando, to sacando... bom, leitor, pra quem, nessas alturas do campeonato não sacou, vou me descrever em tudo ok? Sou um cara de 170cm de altura, 60 kg, pele transparente... Muita gente diz que sou gatão, mas a minha opinião sobre mim muda conforme o dia. Tem dia que me acho feio... tem dia que até quero me beijar... estou deixando meu cabelo crescer, quero ele até o ombro. Sou gay, só que não tenho jeito afeminado, ou seja, quem me olha, não diz que eu sou gay. Tenho um super namorado, ele se chama Ruka, eu amo ele, e ele é negro, (amo negros). Sou fiel e por hipótese nenhuma eu traio. Faço faculdade de fisioterapia, estou louco pra me formar, embora demore um pouco. Moro em Blumenau, trabalho em Indaial como professor de História. Quero ser professor de Fisiologia e de Anatomia da Faculdade, por isso quero fazer um mestrado bem rapidinho.
Leitor: zzzzzzzzzzzzz.
Traumas de infância
Any: oiiiiiiiiiiiiiiiii.
Marcelo: oiiii.
Any: ai que cão fofo.
Marcelo: uhum, é meu cão, hehe.
Any: apesar de eu ter trauma de cachorro...
Marcelo: ninguém merece.
Any: não liga, é trauma de infância...
Marcelo: eu que o diga.
Any: porque? você tem muitos traumas de infância?
Marcelo: não, não, tenho trauma DAS infância... trauma dos meus alunos.
Any: ahh, sei.
Marcelo: mas bem que hoje foi mais ou menos divertido, joguei ping-pong, perdi algumas vezes, mas tinha até torcida.
Any: nossa, que chique, até torcida...
Marcelo:, é, torcida pra mim perder.
Marcelo: oiiii.
Any: ai que cão fofo.
Marcelo: uhum, é meu cão, hehe.
Any: apesar de eu ter trauma de cachorro...
Marcelo: ninguém merece.
Any: não liga, é trauma de infância...
Marcelo: eu que o diga.
Any: porque? você tem muitos traumas de infância?
Marcelo: não, não, tenho trauma DAS infância... trauma dos meus alunos.
Any: ahh, sei.
Marcelo: mas bem que hoje foi mais ou menos divertido, joguei ping-pong, perdi algumas vezes, mas tinha até torcida.
Any: nossa, que chique, até torcida...
Marcelo:, é, torcida pra mim perder.
No banheiro da boate
Caras: nossa, que lindo.
Marcelo: ...
Caras: nossa, olha pra nós, posso passar a mão?
Marcelo: NÃO.
Caras: nossa, o lindo e gostoso é meio nervosinho, mas tem uns olhos, nossaaa, que lindos! De onde você é lindo, de Blumenau é que não é né?
Marcelo: eu e meu namorado somos de Blumenau.
Caras: ahh. Mas mesmo assim...
Marcelo: mesmo assim, com ou sem ele, se fosse sem ele, ficaria sozinho.
Caras: não leva a sério. Você é perfeito, pena que não é nosso.
Marcelo: ok, ok, mas me deixa quieto aqui no mictório ok?
Caras: porque? Não quero conversar?
Marcelo: prefiro não conversar...
Caras: porque?
Marcelo: sabe, namorado ciumento...
Caras: mas quem disse que eu sou ciumento?
Marcelo: bichario, não se encantem. Realiza, meu namo é ciumento.
Caras: eu já te disse que não sou ciumento...
Marcelo: ...
Caras: nossa, olha pra nós, posso passar a mão?
Marcelo: NÃO.
Caras: nossa, o lindo e gostoso é meio nervosinho, mas tem uns olhos, nossaaa, que lindos! De onde você é lindo, de Blumenau é que não é né?
Marcelo: eu e meu namorado somos de Blumenau.
Caras: ahh. Mas mesmo assim...
Marcelo: mesmo assim, com ou sem ele, se fosse sem ele, ficaria sozinho.
Caras: não leva a sério. Você é perfeito, pena que não é nosso.
Marcelo: ok, ok, mas me deixa quieto aqui no mictório ok?
Caras: porque? Não quero conversar?
Marcelo: prefiro não conversar...
Caras: porque?
Marcelo: sabe, namorado ciumento...
Caras: mas quem disse que eu sou ciumento?
Marcelo: bichario, não se encantem. Realiza, meu namo é ciumento.
Caras: eu já te disse que não sou ciumento...
Nas (Semi)-férias
Marcelo: Eu tento entender os meus alunos, mas alguns não dá...
Imaginário: aff, e quem diga hein? Garotas desmaiando pelo professor, e sendo levadas pro Hospital decepcionadas com um “não”, não é fácil de acreditar, mas aconteceu.
Marcelo: foi na santa inocência: uma aluna até queria me presentear com 1 real. Difícil de acreditar, mas foi 1 real.
Imaginário: amigo, faça um pedido.
Marcelo: bom, se eu pudesse eu queria um mundo perfeito, um corpo perfeito, um parceiro perfeito, uma vida feliz perfeita.
Imaginário: tá, na real. Fala um desejo que possa ser realizado.
Marcelo: tá, tá, na real eu quero então ganhar na mega sena, viver de juros, e no dia que eu ganhar na mega sena, vai ser o dia que eu vou estar na mesa da clínica operando meu nariz.
Marcelo: sabe, eu to me achando tão feio ultimamente.
Imaginário: ahh, então é por isso que você quer operar o nariz?
Marcelo: não, lógico que não, eu quero operar, como sempre quis, é um sonho pra lá de antigo. E algum dia irei realizá-lo, espero que não demore muito.
Imaginário: E tá se achando feio então.
Imaginário: aff, e quem diga hein? Garotas desmaiando pelo professor, e sendo levadas pro Hospital decepcionadas com um “não”, não é fácil de acreditar, mas aconteceu.
Marcelo: foi na santa inocência: uma aluna até queria me presentear com 1 real. Difícil de acreditar, mas foi 1 real.
Imaginário: amigo, faça um pedido.
Marcelo: bom, se eu pudesse eu queria um mundo perfeito, um corpo perfeito, um parceiro perfeito, uma vida feliz perfeita.
Imaginário: tá, na real. Fala um desejo que possa ser realizado.
Marcelo: tá, tá, na real eu quero então ganhar na mega sena, viver de juros, e no dia que eu ganhar na mega sena, vai ser o dia que eu vou estar na mesa da clínica operando meu nariz.
Marcelo: sabe, eu to me achando tão feio ultimamente.
Imaginário: ahh, então é por isso que você quer operar o nariz?
Marcelo: não, lógico que não, eu quero operar, como sempre quis, é um sonho pra lá de antigo. E algum dia irei realizá-lo, espero que não demore muito.
Imaginário: E tá se achando feio então.
7.01.2004
Vassouras
Marcelo: estamos quase chegando em casa.
Imaginário: quase, isso quer dizer que inda falta um pedaço pra chegarmos.
Marcelo: ...
Imaginário: um pedaço, é relativo, depende da referência.
Ruka: ...
Imaginário: desse modo, podemos estar tão longe, quanto, daqui até Paris.
Ruka: ...
Imaginário: logo, como posso confiar nesse quase chegando de você Marcelo?
Marcelo: ...
Imaginário: ei cara, estou lhe fazendo uma pergunta.
Marcelo: ...
Imaginário: aff, que bofe.
Ruka: não tá sabendo? ele tá meio surdo!
Marcelo: chegamos amores.
Ruka: olha só quem está esperando por nós.
Marcelo: oi Jeison, beleuza.
Jeison: amigos, tenho cada bafão... pra contar.
Marcelo: então faz o seguinte: acaba o teu serviço e volta aqui pra almoçar.
Interfone toca, Jeison chamando.
Marcelo: oi amigo.
Jeison: oi, por acasso vocês estão precisando de vassouras?
Marcelo: vassouras?
Jeison: isso, sou um vendedor de vassouras.
Marcelo: olha, de vassouras não, só do cabo.
Jeison: aff.
Marcelo: tem cabos de quantos metros?
* hahahahhahahahhahah
Jeison: bom, deixa eu medir aqui: nosssaa, tem de 1 metro de meio.
* hahahhahahahhahhaha
Marcelo: nooosssaaa...
Ruka: manda subiiiiiirrrrr!!!!!!
* hahahahahhahahhahah
Imaginário: quase, isso quer dizer que inda falta um pedaço pra chegarmos.
Marcelo: ...
Imaginário: um pedaço, é relativo, depende da referência.
Ruka: ...
Imaginário: desse modo, podemos estar tão longe, quanto, daqui até Paris.
Ruka: ...
Imaginário: logo, como posso confiar nesse quase chegando de você Marcelo?
Marcelo: ...
Imaginário: ei cara, estou lhe fazendo uma pergunta.
Marcelo: ...
Imaginário: aff, que bofe.
Ruka: não tá sabendo? ele tá meio surdo!
Marcelo: chegamos amores.
Ruka: olha só quem está esperando por nós.
Marcelo: oi Jeison, beleuza.
Jeison: amigos, tenho cada bafão... pra contar.
Marcelo: então faz o seguinte: acaba o teu serviço e volta aqui pra almoçar.
Interfone toca, Jeison chamando.
Marcelo: oi amigo.
Jeison: oi, por acasso vocês estão precisando de vassouras?
Marcelo: vassouras?
Jeison: isso, sou um vendedor de vassouras.
Marcelo: olha, de vassouras não, só do cabo.
Jeison: aff.
Marcelo: tem cabos de quantos metros?
* hahahahhahahahhahah
Jeison: bom, deixa eu medir aqui: nosssaa, tem de 1 metro de meio.
* hahahhahahahhahhaha
Marcelo: nooosssaaa...
Ruka: manda subiiiiiirrrrr!!!!!!
* hahahahahhahahhahah
6.24.2004
Perdidos em Indaial
Marcelo: fui até Indaial pra saber onde eu vou trabalhar.
Imaginário: e eu fui pra acompanhar meu bofe amigo.
Marcelo: Fomos juntos.
Imaginário: juntinhos.
Marcelo: nem tão juntos assim.
Imaginário: pois é, existiu algo nos separando.
Marcelo: sim, minha paixão pelo Ruka.
Imaginário: não besha, o braceiro.
Marcelo: que lugar aquele bairro.
Imaginário: ruas de barro.
Marcelo: vi cenas que não via faz tempo.
Imaginário: aqueles guris soltando pipa.
Marcelo: aquela mulher com cabelo até o joelho.
Imaginário: e eu vi... ...
Marcelo: fale o que você viu.
Imaginário: calma, engasguei.
Marcelo: com o que?
Imaginário: com o bofe que eu vi.
Marcelo: como assim, engasgou?
Imaginário: não tá sabendo? aff, beijei muittoooo.
Marcelo: aff, bem que eu notei que uma hora você tinha sumido.
Imaginário: ahh, besha, aproveitei, sabe, cidade pequena, aqueles bofes que cuidam da roça...
Marcelo: sem mais comentários, por favor.
Marcelo: e eu, juro que me preocupei com o desaparecimento da besha.
Marcelo: e tal, que cidade...
Imaginário: umas pessoas super super gente boa, mas outras que, credo.
Marcelo: juro, se eu pudesse, quebrava aquele vidro e dava um soco naquele atendente da rodoviária.
Imaginário: violência só gera violência.
Marcelo: uxx, tás certo.
Prometido e feito, por toda Santa Catarina e por um Brasil de todos: Marcelo&Imaginário não é só babaquices, é cultura, é sabedoria. Fazemos nossa parte para uma sociedade sem violência. Eis nós aqui justificando o porque que você, nosso leitor, gay ou não, deve continuar a nos ler. Nós também somos cultura. Vote em nós.
Marcelo: mas juro que se pego aquele atendente de jeito...
Imaginário: e eu fui pra acompanhar meu bofe amigo.
Marcelo: Fomos juntos.
Imaginário: juntinhos.
Marcelo: nem tão juntos assim.
Imaginário: pois é, existiu algo nos separando.
Marcelo: sim, minha paixão pelo Ruka.
Imaginário: não besha, o braceiro.
Marcelo: que lugar aquele bairro.
Imaginário: ruas de barro.
Marcelo: vi cenas que não via faz tempo.
Imaginário: aqueles guris soltando pipa.
Marcelo: aquela mulher com cabelo até o joelho.
Imaginário: e eu vi... ...
Marcelo: fale o que você viu.
Imaginário: calma, engasguei.
Marcelo: com o que?
Imaginário: com o bofe que eu vi.
Marcelo: como assim, engasgou?
Imaginário: não tá sabendo? aff, beijei muittoooo.
Marcelo: aff, bem que eu notei que uma hora você tinha sumido.
Imaginário: ahh, besha, aproveitei, sabe, cidade pequena, aqueles bofes que cuidam da roça...
Marcelo: sem mais comentários, por favor.
Marcelo: e eu, juro que me preocupei com o desaparecimento da besha.
Marcelo: e tal, que cidade...
Imaginário: umas pessoas super super gente boa, mas outras que, credo.
Marcelo: juro, se eu pudesse, quebrava aquele vidro e dava um soco naquele atendente da rodoviária.
Imaginário: violência só gera violência.
Marcelo: uxx, tás certo.
Prometido e feito, por toda Santa Catarina e por um Brasil de todos: Marcelo&Imaginário não é só babaquices, é cultura, é sabedoria. Fazemos nossa parte para uma sociedade sem violência. Eis nós aqui justificando o porque que você, nosso leitor, gay ou não, deve continuar a nos ler. Nós também somos cultura. Vote em nós.
Marcelo: mas juro que se pego aquele atendente de jeito...
6.23.2004
Consegui
Marcelo: consegui, passei em todas as matérias da Facu, um dos professores até me deu os parabéns, nossa, que bom, super super.
Imaginário: isso tudo é muito bom.
Marcelo: consegui meu emprego, oooo, toda Santa Catarina sabe que eu sempre sonhei em ser professor, lógico, quero ser professor de facu, mas por enquanto... ensino médio é tudo. Ai, que delícia.
Imaginário: sim, agora virou “A conquistadora”...
Marcelo: ei, pêra aí. Além de ter duplo sentido, isso não é uma expressão pra ser usada em um blog...
Imaginário: bom, você tem razão...
Marcelo: ahh gente, esqueci de dizer que consegui conquistar a razão do Imaginário.
Imaginário: uxx, nem dá pra discutir. E como diz a Andréia, tudo o que esse homem quer, ele consegue.
Marcelo: pois é, cê acha?
Imaginário: pra quem vai casar...
Marcelo: ahhh, pois é... newvidade...
Imaginário: tu ainda não contou pros leitores assíduos do teu diário?
Marcelo: ...ixxx, não.
Imaginário: que vergonha, mas deixa, que eu aproveito e conto: o Marcelo, tá fazendo com que o namorado dele largue tudo em floripa e venha pra morar em Blumenau só por causa dele.
Marcelo: pois é, ele vem sábado, e aff, hoje consegui um lugar bem perto da minha casa, bem barato... que trabalho pra conseguir um quarto.
Marcelo: não foi fácil conseguir um quarto pra ele, nossa, um monte de quartos, que um só admite moças, outro só com contrato, outro muito caro, outro muito longe... credo... mas graças a minha amiga Ivana, demos um jeito, conseguimos. Agora falta um emprego.
Imaginário: e pra infelicidade geral das baitolas blumenauense eu confirmo: ele tá apaixonado e vai casar SIM.
Imaginário: isso tudo é muito bom.
Marcelo: consegui meu emprego, oooo, toda Santa Catarina sabe que eu sempre sonhei em ser professor, lógico, quero ser professor de facu, mas por enquanto... ensino médio é tudo. Ai, que delícia.
Imaginário: sim, agora virou “A conquistadora”...
Marcelo: ei, pêra aí. Além de ter duplo sentido, isso não é uma expressão pra ser usada em um blog...
Imaginário: bom, você tem razão...
Marcelo: ahh gente, esqueci de dizer que consegui conquistar a razão do Imaginário.
Imaginário: uxx, nem dá pra discutir. E como diz a Andréia, tudo o que esse homem quer, ele consegue.
Marcelo: pois é, cê acha?
Imaginário: pra quem vai casar...
Marcelo: ahhh, pois é... newvidade...
Imaginário: tu ainda não contou pros leitores assíduos do teu diário?
Marcelo: ...ixxx, não.
Imaginário: que vergonha, mas deixa, que eu aproveito e conto: o Marcelo, tá fazendo com que o namorado dele largue tudo em floripa e venha pra morar em Blumenau só por causa dele.
Marcelo: pois é, ele vem sábado, e aff, hoje consegui um lugar bem perto da minha casa, bem barato... que trabalho pra conseguir um quarto.
Marcelo: não foi fácil conseguir um quarto pra ele, nossa, um monte de quartos, que um só admite moças, outro só com contrato, outro muito caro, outro muito longe... credo... mas graças a minha amiga Ivana, demos um jeito, conseguimos. Agora falta um emprego.
Imaginário: e pra infelicidade geral das baitolas blumenauense eu confirmo: ele tá apaixonado e vai casar SIM.
6.17.2004
Saco cheio
Marcelo: não agüento mais a faculdade, não agüento mais provas, não agüento mais ficar com a bunda naquela carteira, ouvir aqueles professores.
Imaginário: eu também.
Marcelo: não agüento mais ficar longe do Ruka, quero ele perto de mim, quero saber qual é a dele, quero sentir a paixão, quero saber se ele gosta de mim.
Imaginário: eu também.
Marcelo: quero começar logo a trabalhar, a minha sorte é que acho que consegui um emprego. Não agüento mais em estressar por causa do dinheiro. Quero parar de me preocupar com isso.
Imaginário: eu também.
Marcelo: não agüento mais, um monte de pessoas falsas, que fingem gostar de coisas que não gostam.
Imaginário: eu também.
Marcelo: não agüento mais, entrar no meu e-mail e não ter e-mails pra ler.
Imaginário: eu também.
Marcelo: não agüento mais, quero férias, quero ler sobre budismo, ficar zenn, ferver, beijar na boca, curtir a vida, estudar inglês, deixar cinesiologia, farmacologia, tudo de lado. Quero férias!
Imaginário: eu também quero tudo isso.
Marcelo: e eu não agüento mais ouvir esse Imaginário concordando com tudo o que eu falo...
Imaginário: ué, não é assim que se conquista um homem?
Imaginário: eu também.
Marcelo: não agüento mais ficar longe do Ruka, quero ele perto de mim, quero saber qual é a dele, quero sentir a paixão, quero saber se ele gosta de mim.
Imaginário: eu também.
Marcelo: quero começar logo a trabalhar, a minha sorte é que acho que consegui um emprego. Não agüento mais em estressar por causa do dinheiro. Quero parar de me preocupar com isso.
Imaginário: eu também.
Marcelo: não agüento mais, um monte de pessoas falsas, que fingem gostar de coisas que não gostam.
Imaginário: eu também.
Marcelo: não agüento mais, entrar no meu e-mail e não ter e-mails pra ler.
Imaginário: eu também.
Marcelo: não agüento mais, quero férias, quero ler sobre budismo, ficar zenn, ferver, beijar na boca, curtir a vida, estudar inglês, deixar cinesiologia, farmacologia, tudo de lado. Quero férias!
Imaginário: eu também quero tudo isso.
Marcelo: e eu não agüento mais ouvir esse Imaginário concordando com tudo o que eu falo...
Imaginário: ué, não é assim que se conquista um homem?
Cinema Brasileiro
Marcelo: quem diz que o cinema brasileiro não é bom?
Imaginário: metade do Brasil fala isso.
Marcelo: pois é, mas tipo assim, eu não estar querendo me enrolar no assunto de filmes...
Imaginário: eu entendo...
Marcelo: eu sei que você me entende.
Imaginário: eu sei que você sabe que você me entende.
Marcelo: eu sei.
Imaginário: e eu sei, que esse seu: eu sei, significa o saber quanto a minha consciência do saber de seu "sei", e, mais simples, no âmbito da coisa, que basicamente quer dizer que saber de mim, é saber que eu sei, que você sabe, que na melhor da hipóteses, eu sei que você sabe, que nós sabemos, que eu sei que eu te entendo.
Marcelo: ou seja, você é bixa.
Imaginário: sim... como você sabe?
Marcelo: não era pra saber?
Imaginário: ai meu deus, será que muita gente sabe?
Marcelo: não te preocupa, só toda Santa Catarina.
Imaginário: ahh, assim eu durmo sossegado...
Marcelo: sempre.
Imaginário: o filme “Cazuza, o tempo não para” é tudo.
Marcelo: nem me fala, eu chorei muito, muito, muito, mas muito mesmo depois que o veado descobre que tem AIDS. Chorei mais da metade do filme.
Imaginário: sim, eu me lembro, perto daquelas choradeiras que soltam uma lágrima pelo cara amado, que sempre morre no final de história, você deu um show.
Marcelo: cê acha?
Imaginário: lógico.
Marcelo: ui, assim fico lisonjeado.
Imaginário: e boa “ui” nisso: sua camiseta toda molhada, seus olhos totalmente vermelhos, que andar pelo shopping com óculos escuros pra esconder seus olhos, nossa, isso sim foi tudo. Deu quase um litro de lágrimas, uma lágrima nem esperava a outra descer, era uma corrida de lágrimas pior que a fórmula 1. E isso, o pior é que foi por mais de 30 minutos, chorava, chorava e não parava, quase que eu mando o filme parar pra te tirar de lá.
Marcelo: eu to começando a sentir uma certa ironia nisso.
Imaginário: que nada lindo, gostoso, maravilhoso, é tudo verdade.
Marcelo: bem, cê acha mesmo?
Imaginário: acho.
Marcelo: ahh bom.
Imaginário: agora é que eu to pensando que tem uma certa pergunta repetida aí, só pra mim ficar te puxando o saco..
Marcelo: besha esperta!
Imaginário: metade do Brasil fala isso.
Marcelo: pois é, mas tipo assim, eu não estar querendo me enrolar no assunto de filmes...
Imaginário: eu entendo...
Marcelo: eu sei que você me entende.
Imaginário: eu sei que você sabe que você me entende.
Marcelo: eu sei.
Imaginário: e eu sei, que esse seu: eu sei, significa o saber quanto a minha consciência do saber de seu "sei", e, mais simples, no âmbito da coisa, que basicamente quer dizer que saber de mim, é saber que eu sei, que você sabe, que na melhor da hipóteses, eu sei que você sabe, que nós sabemos, que eu sei que eu te entendo.
Marcelo: ou seja, você é bixa.
Imaginário: sim... como você sabe?
Marcelo: não era pra saber?
Imaginário: ai meu deus, será que muita gente sabe?
Marcelo: não te preocupa, só toda Santa Catarina.
Imaginário: ahh, assim eu durmo sossegado...
Marcelo: sempre.
Imaginário: o filme “Cazuza, o tempo não para” é tudo.
Marcelo: nem me fala, eu chorei muito, muito, muito, mas muito mesmo depois que o veado descobre que tem AIDS. Chorei mais da metade do filme.
Imaginário: sim, eu me lembro, perto daquelas choradeiras que soltam uma lágrima pelo cara amado, que sempre morre no final de história, você deu um show.
Marcelo: cê acha?
Imaginário: lógico.
Marcelo: ui, assim fico lisonjeado.
Imaginário: e boa “ui” nisso: sua camiseta toda molhada, seus olhos totalmente vermelhos, que andar pelo shopping com óculos escuros pra esconder seus olhos, nossa, isso sim foi tudo. Deu quase um litro de lágrimas, uma lágrima nem esperava a outra descer, era uma corrida de lágrimas pior que a fórmula 1. E isso, o pior é que foi por mais de 30 minutos, chorava, chorava e não parava, quase que eu mando o filme parar pra te tirar de lá.
Marcelo: eu to começando a sentir uma certa ironia nisso.
Imaginário: que nada lindo, gostoso, maravilhoso, é tudo verdade.
Marcelo: bem, cê acha mesmo?
Imaginário: acho.
Marcelo: ahh bom.
Imaginário: agora é que eu to pensando que tem uma certa pergunta repetida aí, só pra mim ficar te puxando o saco..
Marcelo: besha esperta!
To namorandooo
Marcelo: ohh yes, my baby, io ti amo.
Imaginário: eu sei que você me ama, mas você adora o Ruka, hein, hein?
Marcelo: nossa cara, ele é demais, e eu adoro meu namorado. Aliás pra quem ainda não sabe: eu to namorando, o Ruka pediu pra namorar comigo, dia 5 de junho, fiquei todo apreensivo, todo gamado, com as pernas bambas, e pensando no quanto eu adoro ele... eu aceitei.
Imaginário: ai, que lindo.
Marcelo: lindo mesmo, tudo é lindo, maravilhoso, o céu é lindo, as estrelas, tudo, mas tudo é tão mais belo, o azul é mais azul, o vermelho mais vermelho.
Imaginário: desse jeito gamado, eu não vou conversar contigo, não ta vendo que e estou aqui, solteiro, na seca?
Marcelo: ok, ok, eu entendo, aliás, eu entendo tudo e todos, são todos tão belos...
Imaginário: chegaaaa..
Marcelo: ok, ok baby.
Marcelo: mudando de assunto então: eu tava com minha visão toda embaçada.
Imaginário: mas porque? Estudou demais?
Marcelo: não, eu achava que era falta de sexo...
Imaginário: ohh. Não era?
Marcelo: era também, mas o óculos corrigiu tudo.
Marcelo: eu to ficando surdo, acho.
Imaginário: ahh?
Marcelo: pois é, eu quase não to escutando tudo o que meus amigos e meu namorado diz, eles estão tendo que falar as coisas sempre duas vezes.
Imaginário: ta, mais qual problema você ta tendo?
Marcelo: bom, problemas é o que não faltam, sem grana, de saco cheio da facu...
Imaginário: bom, deixa pra lá, eu também estou meia boca, mas ainda prefiro ouvir suas tristezas do que ouvir você falar do seu amor, contar dinheiro na frente de mendigo é foda.
Marcelo: e como diz meu irmão, se fosse foda, seria bom.
Imaginário: mas foda de graça hein??
Marcelo: sim, lógico, porque, namorar com miche, não dá certo. Namorei com um cara que depois fiquei sabendo de certeza que era garoto de programa, e agora um conhecido vem me falar que um outro ex meu também é garoto de programa.
Imaginário: veja pelo lado positivo: você comia e dava de graça, com qualidade...
Marcelo: ahh, quando não tem lado positivo, a gente inventa né? Se bem, que era qualidade...
Imaginário: eu sei que você me ama, mas você adora o Ruka, hein, hein?
Marcelo: nossa cara, ele é demais, e eu adoro meu namorado. Aliás pra quem ainda não sabe: eu to namorando, o Ruka pediu pra namorar comigo, dia 5 de junho, fiquei todo apreensivo, todo gamado, com as pernas bambas, e pensando no quanto eu adoro ele... eu aceitei.
Imaginário: ai, que lindo.
Marcelo: lindo mesmo, tudo é lindo, maravilhoso, o céu é lindo, as estrelas, tudo, mas tudo é tão mais belo, o azul é mais azul, o vermelho mais vermelho.
Imaginário: desse jeito gamado, eu não vou conversar contigo, não ta vendo que e estou aqui, solteiro, na seca?
Marcelo: ok, ok, eu entendo, aliás, eu entendo tudo e todos, são todos tão belos...
Imaginário: chegaaaa..
Marcelo: ok, ok baby.
Marcelo: mudando de assunto então: eu tava com minha visão toda embaçada.
Imaginário: mas porque? Estudou demais?
Marcelo: não, eu achava que era falta de sexo...
Imaginário: ohh. Não era?
Marcelo: era também, mas o óculos corrigiu tudo.
Marcelo: eu to ficando surdo, acho.
Imaginário: ahh?
Marcelo: pois é, eu quase não to escutando tudo o que meus amigos e meu namorado diz, eles estão tendo que falar as coisas sempre duas vezes.
Imaginário: ta, mais qual problema você ta tendo?
Marcelo: bom, problemas é o que não faltam, sem grana, de saco cheio da facu...
Imaginário: bom, deixa pra lá, eu também estou meia boca, mas ainda prefiro ouvir suas tristezas do que ouvir você falar do seu amor, contar dinheiro na frente de mendigo é foda.
Marcelo: e como diz meu irmão, se fosse foda, seria bom.
Imaginário: mas foda de graça hein??
Marcelo: sim, lógico, porque, namorar com miche, não dá certo. Namorei com um cara que depois fiquei sabendo de certeza que era garoto de programa, e agora um conhecido vem me falar que um outro ex meu também é garoto de programa.
Imaginário: veja pelo lado positivo: você comia e dava de graça, com qualidade...
Marcelo: ahh, quando não tem lado positivo, a gente inventa né? Se bem, que era qualidade...
Papo cabeça
Bixa: eu na TV, a bixa aqui vai ser entrevistada pela FURB TV. Madonna e Britney que me esperem, estarão aos meus pés muito em breve.
Imaginário: Madonna e Britney até podem, mas superar a minha fama, minha filha, a coisa vai ficar feia, tá pra nascer alguém com maior fama de bagaceiro em Blumenau, delas tu ganha, mas vai ter que ralar muito e dar muito o c... pra chegar onde eu cheguei. (eu não dei... tanto assim).
Marcelo: não tenho nada a ver com isso, essas palavras saíram da boca do Imaginário.
Bixa: de qualquer jeito, vou ser um sucesso.
Marcelo: de qualquer jeito, dia 12 de junho, dia dos namorados, você vai me levar pra Floripa pra eu ver meu cheiro, como combinado, ok?
Bixa: tá, eu sei que prometi, mas temos que ver ainda.
Marcelo: tem que ver porra nenhuma, você vai me levar sim.
Bixa: e se eu estiver sem grana pra gasolina, e ainda vou ter gastos por lá, você quer que eu faça o que? Talvez não dê querido.
Marcelo: ahh, de qualquer jeito, vai ter que dar. Se estiver sem grana, filha, a bota camursa e a bolsinha funcionam na rua 15.
Bixa: até lá nós nos entendemos.
Marcelo: lógico, eu sou veado, você é uma mulher, nos entendemos sim.
Bixa: para de me tratar como bicha ou mulher pois eu sou muito homem e eu adoro passar uma vara numas meninas bem novas... Dá vontade de chupar cada peitinho... ui ui que delicia...
Imaginário: Madonna e Britney até podem, mas superar a minha fama, minha filha, a coisa vai ficar feia, tá pra nascer alguém com maior fama de bagaceiro em Blumenau, delas tu ganha, mas vai ter que ralar muito e dar muito o c... pra chegar onde eu cheguei. (eu não dei... tanto assim).
Marcelo: não tenho nada a ver com isso, essas palavras saíram da boca do Imaginário.
Bixa: de qualquer jeito, vou ser um sucesso.
Marcelo: de qualquer jeito, dia 12 de junho, dia dos namorados, você vai me levar pra Floripa pra eu ver meu cheiro, como combinado, ok?
Bixa: tá, eu sei que prometi, mas temos que ver ainda.
Marcelo: tem que ver porra nenhuma, você vai me levar sim.
Bixa: e se eu estiver sem grana pra gasolina, e ainda vou ter gastos por lá, você quer que eu faça o que? Talvez não dê querido.
Marcelo: ahh, de qualquer jeito, vai ter que dar. Se estiver sem grana, filha, a bota camursa e a bolsinha funcionam na rua 15.
Bixa: até lá nós nos entendemos.
Marcelo: lógico, eu sou veado, você é uma mulher, nos entendemos sim.
Bixa: para de me tratar como bicha ou mulher pois eu sou muito homem e eu adoro passar uma vara numas meninas bem novas... Dá vontade de chupar cada peitinho... ui ui que delicia...
Minha foto
Marcelo: bom, eu sei que vou me arrepender,
Imaginário: vai nada.
Marcelo: mas você nem sabe do que eu quero falar.
Imaginário: sei sim, se esqueceu que as vezes eu leio pensamento?
Marcelo: ahh, sim, me esqueci que você é a mais nova bixa esotérica de Blumenau, mas aí está minha foto, por favor, não façam macumbas com a foto, mesmo pq esse corpixo aqui não é afetado (espero). Não distribuam, não imprimam e rasguem só pelo prazer, não façam nada, apenas babem... e babem.... mais um pouquinho, baba....vai, senão apanha, to mandando, ixx.. queitinho e obedece.
Imaginário: e pensa que pode, ai ai.
Marcelo: eeeeeeeeeeeeeeeeeee, qual é a bagunça aí.
Imaginário: não é nada não patrão.
Marcelo: te coloca no teu lugar.
Imaginário: mas patrão...
Marcelo: mas nada...
Imaginário: mas, mas...
Marcelo: quieto.
Imaginário: patrão?
Marcelo: fala bagulho.
Imaginário: eu só queria dizer, que mesmo nos dias que você fica em TPM, você é um gato.
Marcelo: bem...
Marcelo: vou pensar no teu caso.
FOTO CENSURADA, MOTIVO, RAZÃO OU CIRCUNSTÂNCIA: FOTO MUITO BONITA PRA SER MOSTRADA, sempre.
Imaginário: vai nada.
Marcelo: mas você nem sabe do que eu quero falar.
Imaginário: sei sim, se esqueceu que as vezes eu leio pensamento?
Marcelo: ahh, sim, me esqueci que você é a mais nova bixa esotérica de Blumenau, mas aí está minha foto, por favor, não façam macumbas com a foto, mesmo pq esse corpixo aqui não é afetado (espero). Não distribuam, não imprimam e rasguem só pelo prazer, não façam nada, apenas babem... e babem.... mais um pouquinho, baba....vai, senão apanha, to mandando, ixx.. queitinho e obedece.
Imaginário: e pensa que pode, ai ai.
Marcelo: eeeeeeeeeeeeeeeeeee, qual é a bagunça aí.
Imaginário: não é nada não patrão.
Marcelo: te coloca no teu lugar.
Imaginário: mas patrão...
Marcelo: mas nada...
Imaginário: mas, mas...
Marcelo: quieto.
Imaginário: patrão?
Marcelo: fala bagulho.
Imaginário: eu só queria dizer, que mesmo nos dias que você fica em TPM, você é um gato.
Marcelo: bem...
Marcelo: vou pensar no teu caso.
FOTO CENSURADA, MOTIVO, RAZÃO OU CIRCUNSTÂNCIA: FOTO MUITO BONITA PRA SER MOSTRADA, sempre.
Bem rodados
Medindo o grau de rotação da cabeça
Marcelo: nossa mulher, que grau de rotação da cabeça grande que você tem, nossa!
Mulher: e você também, nossa...
Mulher: TAMO BEEEEEMMMMM RODADOS, BAGAÇOS.
Marcelo: sinceridade é tudo hoje em dia.
Marcelo: nossa mulher, que grau de rotação da cabeça grande que você tem, nossa!
Mulher: e você também, nossa...
Mulher: TAMO BEEEEEMMMMM RODADOS, BAGAÇOS.
Marcelo: sinceridade é tudo hoje em dia.
Sentimentos e Amigos para sempre
Imaginário: cara, desabafa.
Marcelo: meu, é super chato não ter com quem contar.
Imaginário: pois é, eu já me dei conta que sou solteiro mesmo. Os homens não prestam.
Marcelo: eu ainda prefiro acreditar que vai aparecer um homem perfeito que me ache perfeito.
Imaginário: ahh á bom cara, Papai Noel mandou lembranças.
Marcelo: o que restam são amigos.
Imaginário: disso você não pode reclamar, o seu melhor amigo, o Jeison, faz por merecer.
Marcelo: pois é, domingo no concerto que ele cantou foi tudo. Pra quem não foi, fique sabendo: a minha facu fez 40 anos, é a FURB, pra comemorar, fizeram um concerto, e daí o Jeison era um dos cantores. Pra finalizar o concerto, eles cantaram a música “Amigos para sempre”... o teatro todo cheio, eu todo arrepiado com a música, que já é bonita, e ainda mais, com um cara lá embaixo olhando diretamente pra mim, e ainda mais com aquelas vozes todas... eu chorava igual a um condenado, chorava e chorava... ...me sentia o único do público, o único... ...o único além do cabeçudo que tava na minha frente.
Marcelo: meu, é super chato não ter com quem contar.
Imaginário: pois é, eu já me dei conta que sou solteiro mesmo. Os homens não prestam.
Marcelo: eu ainda prefiro acreditar que vai aparecer um homem perfeito que me ache perfeito.
Imaginário: ahh á bom cara, Papai Noel mandou lembranças.
Marcelo: o que restam são amigos.
Imaginário: disso você não pode reclamar, o seu melhor amigo, o Jeison, faz por merecer.
Marcelo: pois é, domingo no concerto que ele cantou foi tudo. Pra quem não foi, fique sabendo: a minha facu fez 40 anos, é a FURB, pra comemorar, fizeram um concerto, e daí o Jeison era um dos cantores. Pra finalizar o concerto, eles cantaram a música “Amigos para sempre”... o teatro todo cheio, eu todo arrepiado com a música, que já é bonita, e ainda mais, com um cara lá embaixo olhando diretamente pra mim, e ainda mais com aquelas vozes todas... eu chorava igual a um condenado, chorava e chorava... ...me sentia o único do público, o único... ...o único além do cabeçudo que tava na minha frente.
ABADA
Marcelo: faz tempo que aconteceu, mas nunca é tarde pra contar...
Imaginário: lógico, vai ficar pra História.
Num sábado de manhã sem aula
Imaginário: que som é esse?
Marcelo: ai que saco, eu queria dormir, é um som de batuque.
Imaginário: não sei se é, mas to odiando.
Marcelo: e de onde será que ta vindo?
Imaginário: talvez se olhar pra janela, a gente descubra...
Olhando pela janela:
Marcelo: você tá vendo a mesma coisa que eu?
Imaginário: to, mas não to acreditando.
O som do batuque vem da ABADA: Associação Blumenauense dos Deficientes Auditivos.
Imaginário: lógico, vai ficar pra História.
Num sábado de manhã sem aula
Imaginário: que som é esse?
Marcelo: ai que saco, eu queria dormir, é um som de batuque.
Imaginário: não sei se é, mas to odiando.
Marcelo: e de onde será que ta vindo?
Imaginário: talvez se olhar pra janela, a gente descubra...
Olhando pela janela:
Marcelo: você tá vendo a mesma coisa que eu?
Imaginário: to, mas não to acreditando.
O som do batuque vem da ABADA: Associação Blumenauense dos Deficientes Auditivos.
Meu aniversário
Marcelo: ♫ ♪ 29 de Abril foi fundada, nossa escola por seus pioneiros... ♪ ainda hoje ela é freqüentada... ♪
Imaginário: que isso loka? Bebeu de novo?
Marcelo: kra, pare com essas coisas, eu não sou loka... e isso é o hino da minha escola.
Imaginário: você ta tentando dizer: sua ex-escola né?
Marcelo: isso. Ela faz aniversário junto comigo.
Imaginário: e por falar nisso, o seu aniversário foi ótimo.
Marcelo: você achou?
Imaginário: nossa, foi tudo.. e ainda, tenho que contar a história pra todo mundo saber:
Marcelo e Cia escolhem uma mesa. Dedé (aquele dos trapalhões) escolhe a mesa atrás do Marcelo. E numa certa hora, os convidados do Marcelo, começam a cantar parabéns, pro Marcelo, obviamente, e como o Dedé faz aniversário no mesmo dia, ele pensa que o parabéns é pra ele, e daí ele se levanta, agradece a mesa toda, fica vermelho, sorri e quando percebe que os parabéns não eram pra ele...
Marcelo: sem palavras.
Imaginário: que isso loka? Bebeu de novo?
Marcelo: kra, pare com essas coisas, eu não sou loka... e isso é o hino da minha escola.
Imaginário: você ta tentando dizer: sua ex-escola né?
Marcelo: isso. Ela faz aniversário junto comigo.
Imaginário: e por falar nisso, o seu aniversário foi ótimo.
Marcelo: você achou?
Imaginário: nossa, foi tudo.. e ainda, tenho que contar a história pra todo mundo saber:
Marcelo e Cia escolhem uma mesa. Dedé (aquele dos trapalhões) escolhe a mesa atrás do Marcelo. E numa certa hora, os convidados do Marcelo, começam a cantar parabéns, pro Marcelo, obviamente, e como o Dedé faz aniversário no mesmo dia, ele pensa que o parabéns é pra ele, e daí ele se levanta, agradece a mesa toda, fica vermelho, sorri e quando percebe que os parabéns não eram pra ele...
Marcelo: sem palavras.
Um dia de bêbado
Pela Internet
Marcelo: aiiii to passado, colocado, bêbado, a lokaaaaaaaaaaa.
Imaginário: sério, não foi fácil tirar você de dentro da New Heaven totalmente bêbado e te levar até a rodoviária, depois, ainda vomitar no ônibus foi o uó, e vixe, coitado do garçom da lanchonete da rodoviária de Balneário.
Marcelo: aiii, não é bem assim, ele até que gostou de mim.
Imaginário: ahan, depois do fora que tu deu nele.
Marcelo: que fora?
Imaginário: ai, deixa pra lá, tu nem se lembra.
Imaginário: e o taxista?
Marcelo: aii meu Buda, o que tem?
Imaginário: você não parava de falar...
Marcelo: ta, e daí?
Imaginário: você também não se lembra que ele tentou te agarrar?
Marcelo: a única coisa que lembro foi de uma bixa lá na boate que quando eu estava no banheiro, tentou passar a mão.
Imaginário: ixxi, fora de bêbado é tudo.
Marcelo: e foi.
Imaginário: e os motivos pra você beber?
Marcelo: cê sabe.
Marcelo: cara, que raiva, sabe, tinha umas pessoas lá que são amigos do meu ex, eu posso jurar que eles não estavam só olhando pra saber se era eu mesmo.
Imaginário: pois é, eu me lembro, o Jeison ficou até pasmo com as encaradas.
Marcelo: e eu: a fina, na maior das Darlenes, chique, linda maravilhosa, e com o olha pra lá de dispensável, totalmente desinteressado.
Imaginário: cara, to saindo.
Marcelo: eu vou desconectar daqui a pouco.
Gel: oi, vi seu blog e resolvi vir falar contigo.
Marcelo: oi querida.
Gel: cara, você deve ser bem humorado.
Marcelo: não, não, fico chato quando fico na seca.
Gel: ahh???
Marcelo: ahh?
Gel: não entendi.
Marcelo: ahhh.
Gel: e não vai explicar?
Marcelo: o que?
Gel: a frase “fico chato quando fico na seca”.
Marcelo: ahh, eu vou sim.
Gel: quando?
Marcelo: e ainda tem que ser agora?
Gel: de preferência...
Marcelo: nossa, quantas exigências.
Imaginário: aiiiiiiiiiiiiiiii, deixa que eu explico: ele tava brincando, não é bem assim, mas assim: quando ele não fica com ninguém começa a dar coisas.
Gel: ahh... ...tudo faz sentido agora.
O Imaginário não tinha desconectado?
Gel: mas me diz uma coisa, esse Imaginário é o teu ex?
Marcelo: aiii Buda.
Gel: :(
Marcelo: Imaginário é meu amigo imaginário.
Gel: ?
Marcelo: sabe? Toda criança alegre tem um.
Marcelo: aiiii to passado, colocado, bêbado, a lokaaaaaaaaaaa.
Imaginário: sério, não foi fácil tirar você de dentro da New Heaven totalmente bêbado e te levar até a rodoviária, depois, ainda vomitar no ônibus foi o uó, e vixe, coitado do garçom da lanchonete da rodoviária de Balneário.
Marcelo: aiii, não é bem assim, ele até que gostou de mim.
Imaginário: ahan, depois do fora que tu deu nele.
Marcelo: que fora?
Imaginário: ai, deixa pra lá, tu nem se lembra.
Imaginário: e o taxista?
Marcelo: aii meu Buda, o que tem?
Imaginário: você não parava de falar...
Marcelo: ta, e daí?
Imaginário: você também não se lembra que ele tentou te agarrar?
Marcelo: a única coisa que lembro foi de uma bixa lá na boate que quando eu estava no banheiro, tentou passar a mão.
Imaginário: ixxi, fora de bêbado é tudo.
Marcelo: e foi.
Imaginário: e os motivos pra você beber?
Marcelo: cê sabe.
Marcelo: cara, que raiva, sabe, tinha umas pessoas lá que são amigos do meu ex, eu posso jurar que eles não estavam só olhando pra saber se era eu mesmo.
Imaginário: pois é, eu me lembro, o Jeison ficou até pasmo com as encaradas.
Marcelo: e eu: a fina, na maior das Darlenes, chique, linda maravilhosa, e com o olha pra lá de dispensável, totalmente desinteressado.
Imaginário: cara, to saindo.
Marcelo: eu vou desconectar daqui a pouco.
Gel: oi, vi seu blog e resolvi vir falar contigo.
Marcelo: oi querida.
Gel: cara, você deve ser bem humorado.
Marcelo: não, não, fico chato quando fico na seca.
Gel: ahh???
Marcelo: ahh?
Gel: não entendi.
Marcelo: ahhh.
Gel: e não vai explicar?
Marcelo: o que?
Gel: a frase “fico chato quando fico na seca”.
Marcelo: ahh, eu vou sim.
Gel: quando?
Marcelo: e ainda tem que ser agora?
Gel: de preferência...
Marcelo: nossa, quantas exigências.
Imaginário: aiiiiiiiiiiiiiiii, deixa que eu explico: ele tava brincando, não é bem assim, mas assim: quando ele não fica com ninguém começa a dar coisas.
Gel: ahh... ...tudo faz sentido agora.
O Imaginário não tinha desconectado?
Gel: mas me diz uma coisa, esse Imaginário é o teu ex?
Marcelo: aiii Buda.
Gel: :(
Marcelo: Imaginário é meu amigo imaginário.
Gel: ?
Marcelo: sabe? Toda criança alegre tem um.
Gracinha
Marcelo: gracinha, gracinha...
Imaginário: eu sei que eu sou.
Marcelo: não é isso cara, to matutando porque que todo mundo ta me chamando de gracinha, só pode ser mania de alemão, uxi neguinho.
Imaginário: você é uma gracinha.
Marcelo: ai Buda, isso é contagioso.
Imaginário: eu sei que eu sou.
Marcelo: não é isso cara, to matutando porque que todo mundo ta me chamando de gracinha, só pode ser mania de alemão, uxi neguinho.
Imaginário: você é uma gracinha.
Marcelo: ai Buda, isso é contagioso.
Marcelo dormindo com o imaginário
Marcelo e Imaginário na cama dormindo. Só dormindo.
Imaginário: não, não me mata, comigo não, sou jovem e bonito demais pra morrer.
Marcelo: credo, esse cara ta tendo um baita pesadelo. Ei cara, acorda.
Marcelo: acorda Imaginário, acorda.
Marcelo: acorda Imaginário, acorda (gritando).
Marcelo: acorda Imaginário, acorda (gritando).
Imaginário: Marcelo, ei, acorda, é você que estava tendo um pesadelo.
Marcelo: nossa. Verdade, até perdi o sono, vou ficar acordado agora.
Marcelo acordado e...
Imaginário: meu saco, assim não!
Marcelo: agora é ele que ta sonhando, vou acordá-lo!
Marcelo: ei, cara, acorda (10x).
Marcelo acorda e não tem Imaginário nenhum por perto.
Imaginário: não, não me mata, comigo não, sou jovem e bonito demais pra morrer.
Marcelo: credo, esse cara ta tendo um baita pesadelo. Ei cara, acorda.
Marcelo: acorda Imaginário, acorda.
Marcelo: acorda Imaginário, acorda (gritando).
Marcelo: acorda Imaginário, acorda (gritando).
Imaginário: Marcelo, ei, acorda, é você que estava tendo um pesadelo.
Marcelo: nossa. Verdade, até perdi o sono, vou ficar acordado agora.
Marcelo acordado e...
Imaginário: meu saco, assim não!
Marcelo: agora é ele que ta sonhando, vou acordá-lo!
Marcelo: ei, cara, acorda (10x).
Marcelo acorda e não tem Imaginário nenhum por perto.
As finas
Imaginário: porra cara, fez a minha caveira direitinho com esse bafão da história com o Pedro hein?
Marcelo: ah querido, cê sabe que eu te amo e que não fiz por mal.
Imaginário: bom, deixa pra lá,
Pedro: ei, psiu... Marcelo?
Imaginário: eiiii (gritando) tu não vê que eu to batendo um papo aqui com meu amigo?
Pedro: buááááá, agora você fala assim comigo, mas esses dias mesmo veio todo fogoso e meigo pra cima de mim, buááá.
Imaginário: ai gostosão, uma briga de vez em quando...
Marcelo: sobrei...
Pedro: não Marcelo, eu quero falar contigo, não com essa coisa irregular feito o Imaginário.
Imaginário: buáááá, bem que eu vi o comentário que você fez pra mim, buááá, devia imaginar que todo o amor, era só pra...
Que finas!
Pedro: Marcelo, o que eu queria saber se você não tem nenhuma amiga Imaginária aí não?
Marcelo: bem...
Imaginário: epppaaaaaa, mulher não!
Marcelo: eu não to afim de mulher mesmo.. hehe.
Imaginário: que alívio...
Imaginário: mas bem que você podia ter um Namorado do Amigo Imaginário hein, hein?
Marcelo: ah querido, cê sabe que eu te amo e que não fiz por mal.
Imaginário: bom, deixa pra lá,
Pedro: ei, psiu... Marcelo?
Imaginário: eiiii (gritando) tu não vê que eu to batendo um papo aqui com meu amigo?
Pedro: buááááá, agora você fala assim comigo, mas esses dias mesmo veio todo fogoso e meigo pra cima de mim, buááá.
Imaginário: ai gostosão, uma briga de vez em quando...
Marcelo: sobrei...
Pedro: não Marcelo, eu quero falar contigo, não com essa coisa irregular feito o Imaginário.
Imaginário: buáááá, bem que eu vi o comentário que você fez pra mim, buááá, devia imaginar que todo o amor, era só pra...
Que finas!
Pedro: Marcelo, o que eu queria saber se você não tem nenhuma amiga Imaginária aí não?
Marcelo: bem...
Imaginário: epppaaaaaa, mulher não!
Marcelo: eu não to afim de mulher mesmo.. hehe.
Imaginário: que alívio...
Imaginário: mas bem que você podia ter um Namorado do Amigo Imaginário hein, hein?
Imaginário se apaixonando
Pedro: quem é esse tal de Imaginário? sua consciência?
Marcelo: não, é um amigo.
Pedro: ahh, sei. e depois sou eu que preciso de um psicólogo.
Marcelo: cara, é verdade, ele é demais...
Pedro: uhum, jura que sim...
Marcelo: mas não fala muito nele, que senão ele aparece...
Pedro: tá deixa queito.
Imaginário: chegayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy.
Marcelo: tá vendo?
Pedro: to saindo...
Imaginário: ai, ui, to indo junto...
Marcelo: agora agüenta cara, cácácá.
E na casa do Pedro
Imaginário: ai Pedro, só mais um beijinho, só!
Pedro: sai pra lá viado.
Imaginário: ai gostosão, você fica lindo brabo...
Pedro: eu mereço.
Imaginário: simmmmm, merece mais, sempre mais, muito mais...
Marcelo: será que vai rolar sentimento?
Marcelo: não, é um amigo.
Pedro: ahh, sei. e depois sou eu que preciso de um psicólogo.
Marcelo: cara, é verdade, ele é demais...
Pedro: uhum, jura que sim...
Marcelo: mas não fala muito nele, que senão ele aparece...
Pedro: tá deixa queito.
Imaginário: chegayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy.
Marcelo: tá vendo?
Pedro: to saindo...
Imaginário: ai, ui, to indo junto...
Marcelo: agora agüenta cara, cácácá.
E na casa do Pedro
Imaginário: ai Pedro, só mais um beijinho, só!
Pedro: sai pra lá viado.
Imaginário: ai gostosão, você fica lindo brabo...
Pedro: eu mereço.
Imaginário: simmmmm, merece mais, sempre mais, muito mais...
Marcelo: será que vai rolar sentimento?
Coitado do rato
Alessandra: quem vai querer fazer a cirurgia no rato?
Imaginário: vai lá cara.
Marcelo: eu não, to com o dedo cauterizado por causa da virose.
Imaginário: não dá nada, vai lá...
Marcelo: acho melhor não...
Nélio: eu faço.
Durante a cirurgia.
Imaginário: cara, esse Nélio treme mais que vara verde.
Marcelo: pois é, agora deu vontade de fazer essa cirurgia.
Nélio: Marcelo, quer fazer? Eu não to achando a traquéia do rato.
Imaginário: tu apanha se dizer não.
Marcelo: ta, onde tem luvas?
Imaginário: uhhuuu, virou homem... viva!!!
Não deu tempo e:
Marcelo: achei a traquéia.
Imaginário: ôôôô, mas eu faria melhor.
Marcelo: ahh é? Quer tentar?
Imaginário: não, não, continua aí...
Marcelo lesionado a tireóide.
Ju, Nélio e Imaginário: cácácá.
Marcelo: qual é a graça?
Imaginário: nenhuma, só to rindo por que eles estão rindo...
Ju e Nélio: sei lá, tu ta começando a tremer.
Imaginário: tu vai começar a tremer agora.
Marcelo: não vou.
Imaginário: ta vendo, ta tremendo.
Marcelo: aiiiiiiii, to, graças a você... uxis.
Alessandra: agora tem que costumar.
Imaginário: hahaha, bem feito, quem manda se meter.
Marcelo: não foi você que queria que eu fizesse?
Imaginário: é, mas...
Marcelo: nada de mais, vamos fazer, me ajuda aí...
Alessandra: foi ótimo, parabéns.
Marcelo: eu sabia que ia ficar bom.
Imaginário: eu sempre soube que tu tinha jeito pra coisa.
Marcelo: pois é, eu sou o máximo.
Imaginário: ei, pare de se gabar.
Marcelo: ta, ta bom.
Imaginário: e por pensar em ratinhos, você não acha que você precisa começar a escrever um artigo cientifico?
Marcelo: pois é né? Se eu quero fazer o mestrado, acho melhor eu começar a fazer pelo menos um nesse semestre.
Imaginário: aham.
Fran e Jak: o que tu acha de fazer um artigo sobre laser nas celulites?
Marcelo: nossa, demais.
Gi: eu quero fazer um artigo cientifico contigo...
Imaginário: porque tu não pede pra Alessandra te orientar?
Marcelo: ta aí uma boa idéia.
Marcelo: vou pedir mesmo.
E nisso nasce um pesquisador.
Imaginário: eiiii, dois pesquisadores bein.
Imaginário: vai lá cara.
Marcelo: eu não, to com o dedo cauterizado por causa da virose.
Imaginário: não dá nada, vai lá...
Marcelo: acho melhor não...
Nélio: eu faço.
Durante a cirurgia.
Imaginário: cara, esse Nélio treme mais que vara verde.
Marcelo: pois é, agora deu vontade de fazer essa cirurgia.
Nélio: Marcelo, quer fazer? Eu não to achando a traquéia do rato.
Imaginário: tu apanha se dizer não.
Marcelo: ta, onde tem luvas?
Imaginário: uhhuuu, virou homem... viva!!!
Não deu tempo e:
Marcelo: achei a traquéia.
Imaginário: ôôôô, mas eu faria melhor.
Marcelo: ahh é? Quer tentar?
Imaginário: não, não, continua aí...
Marcelo lesionado a tireóide.
Ju, Nélio e Imaginário: cácácá.
Marcelo: qual é a graça?
Imaginário: nenhuma, só to rindo por que eles estão rindo...
Ju e Nélio: sei lá, tu ta começando a tremer.
Imaginário: tu vai começar a tremer agora.
Marcelo: não vou.
Imaginário: ta vendo, ta tremendo.
Marcelo: aiiiiiiii, to, graças a você... uxis.
Alessandra: agora tem que costumar.
Imaginário: hahaha, bem feito, quem manda se meter.
Marcelo: não foi você que queria que eu fizesse?
Imaginário: é, mas...
Marcelo: nada de mais, vamos fazer, me ajuda aí...
Alessandra: foi ótimo, parabéns.
Marcelo: eu sabia que ia ficar bom.
Imaginário: eu sempre soube que tu tinha jeito pra coisa.
Marcelo: pois é, eu sou o máximo.
Imaginário: ei, pare de se gabar.
Marcelo: ta, ta bom.
Imaginário: e por pensar em ratinhos, você não acha que você precisa começar a escrever um artigo cientifico?
Marcelo: pois é né? Se eu quero fazer o mestrado, acho melhor eu começar a fazer pelo menos um nesse semestre.
Imaginário: aham.
Fran e Jak: o que tu acha de fazer um artigo sobre laser nas celulites?
Marcelo: nossa, demais.
Gi: eu quero fazer um artigo cientifico contigo...
Imaginário: porque tu não pede pra Alessandra te orientar?
Marcelo: ta aí uma boa idéia.
Marcelo: vou pedir mesmo.
E nisso nasce um pesquisador.
Imaginário: eiiii, dois pesquisadores bein.
Outro Marcelo Voltolini
Secretária: Marcelo Voltolini?
Marcelo: sim, eu mesmo.
Secretária: mas você já consultou aqui?
Marcelo: não, nunca.
Secretária: já consultou aqui em março.
Marcelo: não.
Secretária: já.
Imaginário: ela ainda não entendeu?
Secretária: aii, é engano, tem outro Marcelo Voltolini aqui no cadastro.
Imaginário: olha, será que também tem outro imaginário ai?
Secretária: desculpe, pode repetir o que você falou?
Marcelo: eu não falei nada.
Marcelo: cala a boca imaginário.
Imaginário: olha como você fala comigo.
Marcelo: se manca.
Imaginário: buááááá, eu só queria conhecer um outro imaginário, buáá.
Marcelo: calma querido, assim não né? Tá todo mundo olhando.
Imaginário: deixem olhar... buááááá.
Marcelo: Secretária, você pode me dar o telefone desse outro Marcelo?
Secretária: posso, ta aqui.
Marcelo ligando pro número
GVT: GVT informa, o número chamado não existe.
Marcelo: sim, eu mesmo.
Secretária: mas você já consultou aqui?
Marcelo: não, nunca.
Secretária: já consultou aqui em março.
Marcelo: não.
Secretária: já.
Imaginário: ela ainda não entendeu?
Secretária: aii, é engano, tem outro Marcelo Voltolini aqui no cadastro.
Imaginário: olha, será que também tem outro imaginário ai?
Secretária: desculpe, pode repetir o que você falou?
Marcelo: eu não falei nada.
Marcelo: cala a boca imaginário.
Imaginário: olha como você fala comigo.
Marcelo: se manca.
Imaginário: buááááá, eu só queria conhecer um outro imaginário, buáá.
Marcelo: calma querido, assim não né? Tá todo mundo olhando.
Imaginário: deixem olhar... buááááá.
Marcelo: Secretária, você pode me dar o telefone desse outro Marcelo?
Secretária: posso, ta aqui.
Marcelo ligando pro número
GVT: GVT informa, o número chamado não existe.
1º de Abril
Valquiria: Marcelo, não vai ter prova hoje, tá, me pediram pra te avisar.
Marcelo: beleza , brigado tá?
Chegando em casa.
Imaginário: é 1º de abril idiota.
Marcelo: putz, fala sério.
Ligando pro Joel.
Joel: alô.
Marcelo: joel? Eu te amo.
Joel: ai meu deus.
Marcelo: eu te quero, eu te quero, eu te quero.
Joel: o jeito é eu ir pra Blumenau agora né?
Marcelo: ei, 1º de abril, cácácá.
Imaginário: ninguém merece.
Marcelo: beleza , brigado tá?
Chegando em casa.
Imaginário: é 1º de abril idiota.
Marcelo: putz, fala sério.
Ligando pro Joel.
Joel: alô.
Marcelo: joel? Eu te amo.
Joel: ai meu deus.
Marcelo: eu te quero, eu te quero, eu te quero.
Joel: o jeito é eu ir pra Blumenau agora né?
Marcelo: ei, 1º de abril, cácácá.
Imaginário: ninguém merece.
Jura que sim
Fran: e esse teu amor, ela era muito legal pra ainda te machucar tanto?
Marcelo: não era ela, é um homem.
Fran e Jak: nossaa, que máximo, sempre quis ter um amigo assim.
Marcelo: pois é.
Jeison: pois é.
Imaginário: jura.
Marcelo: não era ela, é um homem.
Fran e Jak: nossaa, que máximo, sempre quis ter um amigo assim.
Marcelo: pois é.
Jeison: pois é.
Imaginário: jura.
Flores de Plástico
Jeison: me deseje sorte com o cara amanha.
Marcelo: boa sorte, beija muito, mas mesmo assim, se não rolar, nem te estressa, tem tanto homem por aí.
Imaginário: é, você é que devia aprender isso...
Marcelo: deixa quieto.
Imaginário: deixa nada, você fala, mas mesmo assim sofre pelo André.
Marcelo: sofria.
Imaginário: achas mesmo que isso é passado?
Marcelo: tá se tornando.
Imaginário: é isso aí... ... mas... ...flores de plastico não morrem.
Marcelo: mesmo assim, posso enterra-las.
Imaginário: mas não morrem,
Marcelo: não precisa morrer, o importante é não incomodar mais.
Marcelo: ai que saudades de acariciar o falecido.
Imaginário: falecidos não são acariciados, nem beijam. Só fedem.
Marcelo: boa sorte, beija muito, mas mesmo assim, se não rolar, nem te estressa, tem tanto homem por aí.
Imaginário: é, você é que devia aprender isso...
Marcelo: deixa quieto.
Imaginário: deixa nada, você fala, mas mesmo assim sofre pelo André.
Marcelo: sofria.
Imaginário: achas mesmo que isso é passado?
Marcelo: tá se tornando.
Imaginário: é isso aí... ... mas... ...flores de plastico não morrem.
Marcelo: mesmo assim, posso enterra-las.
Imaginário: mas não morrem,
Marcelo: não precisa morrer, o importante é não incomodar mais.
Marcelo: ai que saudades de acariciar o falecido.
Imaginário: falecidos não são acariciados, nem beijam. Só fedem.
Conhecendo o Imaginário
Felipe Miranda: eu tenho um amigo imaginário. Ele se chama Gilberto.
Gilberto: pois é, pode crer.
Marcelo: ai, eu também quero um.
Imaginário: oiii gente, daaeee.
Marcelo: ué, quem é?
Imaginário: seu amigo imaginário!
5 minutos depois
Marcelo: ei Felipe, você não fica com ciúme de eu também ter um amigo imaginário? Afinal, é de tua autoria.
Felipe Miranda: fica tranqüilo.
E na intimidade
Marcelo: pra que você serve?
Imaginário: mil e uma utilidades meu bein.
Gilberto: pois é, pode crer.
Marcelo: ai, eu também quero um.
Imaginário: oiii gente, daaeee.
Marcelo: ué, quem é?
Imaginário: seu amigo imaginário!
5 minutos depois
Marcelo: ei Felipe, você não fica com ciúme de eu também ter um amigo imaginário? Afinal, é de tua autoria.
Felipe Miranda: fica tranqüilo.
E na intimidade
Marcelo: pra que você serve?
Imaginário: mil e uma utilidades meu bein.
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